"Conhecer é tornar-se outro que não si mesmo"Jacques Maritan

Acesso Clientes

Aqui voce obterá todas as informações necessárias de seu processo

Notícias

Newsletter

Previsão do tempo

Segunda-feira - Mogi das Cr...

Máx
32ºC
Min
21ºC
Parcialmente Nublado

Bolsa de Valores

Bovespa 0,92% . . . .
Dow Jone ... % . . . .
Japão 1,86% . . . .
NASDAQ 0,02% . . . .

Cotação Monetária

Moeda Compra Venda
DOLAR 4,85 4,85
EURO 5,32 5,32
IENE 0,03 0,03
LIBRA ES ... 6,19 6,20

Homenagens marcam aposentadoria do desembargador Marco Antonio De Lorenzi

Magistrado ingressou na carreira em 1985. Após mais de meio século dedicado ao Judiciário paulista, o desembargador Marco Antonio De Lorenzi se despediu dos colegas, nesta quinta-feira (25), em sua última sessão de julgamento antes da aposentadoria, na 14ª Câmara de Direito Criminal. Sua trajetória na Corte paulista começou em 1967, como menor colaborador, e seguiu com o ingresso na Magistratura, em 1985. O ato foi conduzido pelo presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Francisco Eduardo Loureiro, na presença de integrantes do Conselho Superior da Magistratura (CSM), magistrados, familiares, amigos e servidores. Francisco Loureiro enalteceu a carreira do homenageado e destacou sua atuação como coordenador do prédio de Gabinetes dos Desembargadores da Seção de Direito Criminal e responsável pelo serviço de transportes do TJSP. “Sempre primou por uma conduta reta e por trabalho intenso em todos os lugares onde judicou. A diferença entre o bom e o grande juiz está na sensibilidade, na serenidade e na empatia. Essa conduta é a sua marca”, declarou. Em nome dos demais presidentes de Seções, o presidente da Seção de Direito Criminal, desembargador Roberto Solimene, apontou Marco De Lorenzi como um dos expoentes da Magistratura. “A Seção de Direito Criminal perde hoje um de seus próceres, mas não esquecerá o amigo leal e o juiz que sempre atuou com serenidade e independência. Vossa Excelência deixou indelevelmente gravado seu nome.” O presidente da 14ª Câmara de Direito Criminal, desembargador Hermann Herschander, destacou as qualidades de Marco De Lorenzi, a quem descreveu como uma pessoa organizada, de muitos amigos e profundamente dedicada ao Tribunal e à família. “No nosso primeiro contato nasceu uma amizade que transcendeu os limites da câmara. Seja muito feliz. Os novos abraços, sorridos e momentos vão preencher sua vida”, disse. Também integram o colegiado os desembargadores Amaro José Thomé Filho, Maria de Fátima dos Santos Gomes e José Ernesto de Souza Bittencourt Rodrigues, bem como os juízes substitutos em 2º Grau Luis Augusto Freire Teotonio e Antonio Maria Patiño Zorz. A vaga decorrente da aposentadoria será ocupada pelo desembargador Heitor Donizete de Oliveira. O presidente do TJSP no biênio 2024/2025, desembargador Fernando Antonio Torres Garcia, falou com afeto da amizade com o homenageado e da carreira dele no Tribunal. “São mais de 30 anos de parceria na judicatura desde o nosso saudoso Fórum da Lapa, onde pidíamos a jurisdição criminal. Pontificou como magistrado, mantendo sempre rigorosamente em dia a elevada carga de trabalho. Devolve a toga impoluta, tal como a recebeu.” Com a palavra, Marco Antonio De Lorenzi agradeceu o apoio da família e relembrou sua chegada ao Tribunal como menor colaborador da 1ª Vara Criminal, o ingresso na Magistratura, as comarcas por onde passou e sua ascensão ao 2º Grau, já na 14ª Câmara de Direito Criminal. “Essa conduta ressaltada pelos colegas foi recebida do meu pai, o juiz Nilo Guilherme de Lorenzi, que também foi magistrado. Com ele, aprendi. Pude acompanhá-lo desde criança e me lembro do Judiciário desde 1956. Desde aquela época, fui moldando o caráter e aprendendo. Saio com a sensação de dever cumprido e de ter feito meus julgamentos com base nas provas, na lei e na minha convicção”, concluiu. Também participaram os integrantes do CSM, desembargadores Luís Francisco Aguilar Cortez (vice-presidente), Silvia Rocha (corregedora-geral da Justiça), Roberto Nussinkis Mac Cracken (presidente da Seção de Direito Privado) e Luciana Almeida Prado Bresciani (presidente da Seção de Direito Público); a promotora de Justiça Beatriz Augusta Pinheiro; o conselheiro Vitorino Antunes Neto, representando o presidente do Instituto dos Advogados de São Paulo; os familiares do homenageado: Maria Izilda Borges De Lorenzi (esposa), Alexandre De Lorenzi (filho), Cristina De Lorenzi Bentivegna (irmã), Guilherme De Lorenzi Bentivegna (sobrinho) e Maria Eduarda De Lorenzi (neta); muitos magistrados, amigos, servidores e convidados. Trajetória - Marco Antonio De Lorenzi nasceu em São Paulo (SP), em 1951. Formou-se pela Faculdade Paulista de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), turma de 1974. Atuou como menor colaborador eventual do TJSP entre 1967 e 1669 e como escrevente de 1972 a 1974. Ingressou na Magistratura, em 1985, nomeado juiz substituto da 2ª Circunscrição Judiciária, com sede em São Bernardo do Campo. Judicou em Iguape, Santa Bárbara D´Oeste, Barueri e na Capital. Foi removido ao cargo de juiz substituto em 2º Grau em 2009 e promovido a desembargador em 2010. imprensatj@tjsp.jus.br
25/06/2026 (00:00)
Visitas no site:  2800999
© 2026 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia